quarta-feira, 11 de maio de 2016

FERTIBABY CEARÁ


Em 01/03/2016, tive a honra de trabalhar pela primeira vez na Fertibaby Ceará. Após anos em busca de um ideal, finalmente conseguimos reunir uma equipe forte, coesa e acima de tudo que pensa de maneira muito similar, sempre em busca do aperfeiçoamento, do estudo, da atualização e sobretudo do melhor tratamento para nossas pacientes. Para tornar real este sonho, tivemos que ir longe, buscamos em Belo Horizonte, parceiros, amigos e agora sócios que tivessem os mesmos ideais. 

Em uma das muitas voltas e reviravoltas que a vida nos faz passar, nos associamos à Fertibaby, clínica de medicina reprodutiva fundada há 8 anos, em Minas Gerais, pelo amigo Leonardo Meyer de Moraes. Após dois meses de trabalho na nova clínica, uma certeza é clara, temos muito, mas muito trabalho pela frente!!! Para encarar esses grandes desafios, contamos com uma tecnologia de última geração (laboratório com sistema ISO 5 de purificação de ar, por exemplo) e sobretudo com material humano comprometido, experiente e qualificado, nas figuras dos embriologistas João Eduardo Pinheiro Neto e Franciele Lunardi, dos especialistas em medicina reprodutiva Lilian Serio, Leonardo Meyer de Moraes,  Roberto Didier (em Sobral) e João Marcos (Oncofertilidade), dos anestesiologistas George Holanda e Giovanni Freitas de Oliveira e das nossas secretárias de tantos anos, Nanda Cruz e Gabriella Belizario

Para finalizar, eu nunca teria chegado aqui sem o apoio incondicional familiar, dos dois seres humanos responsáveis pela minha existência, minha mãe Ana e meu pai Eduardo Henrique Corrêa de Paula (o meu braço direito durante todos os meses de construção da nossa clínica), da minha irmã Mariana Diógenes e da responsável por grandes mudanças em minha vida, Lilian Serio. 

Além disso, nunca chegaria aqui se não tivesse tido a honra de ter estudado na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP), os melhores anos de minha vida enquanto estudante. 

Como dizia o grande Ayrton Senna: "Se você quer ser bem sucedido é preciso ter dedicação total, buscar seu último limite e dar o melhor de si mesmo". Que venham os próximos 50 anos!!!

Portanto, desde então, as publicações deste blog serão feitas agora em nossa nova página na internet e em nossas novas redes sociais (Facebook e Instagram), este blog continuará ativo como fonte de consulta de informações e como parte da história!!!

             




quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Feliz Ano Novo - 2016



Vem ai….



Em busca da Melhor fertilidade….



Quando o assunto é fertilidade, nunca é demais falar de idade

O efeito negativo da idade sobre a fertilidade, principalmente nas mulheres, não é assunto novo. No tempo do acesso vasto e fácil à informação, é de se estranhar que ainda existam pessoas que não conheçam minimamente essa realidade. Ao que parece, cerca de metade das mulheres ficariam boquiabertas ao serem informadas sobre a queda gradual da fertilidade à medida que a idade aumenta. Dentre as norte-americanas entrevistadas por um grupo de pesquisadores há cerca de 3 anos, um terço acreditava na permanência de alguma fertilidade até a ocorrência da menopausa, desconhecendo, por exemplo, as dificuldades potenciais de se obter uma gravidez a partir dos 40 anos.
Por outro lado, se outrora os conceitos de idade e velhice andaram juntos, hoje podemos dizer que se perderam pelo caminho. Atualmente, a juventude é longeva e muitas vezes ignora a quantidade de anos vividos. Mas, infelizmente, os quarenta anos de hoje não são os vinte ou trinta de ontem quando falamos de fertilidade. Essa é uma preocupação cotidiana do infertileuta, que tem a missão de esclarecer às mulheres que, mesmo que se sintam jovens, dispostas e saudáveis, nada pode impedir o tempo de interferir negativamente sobre o envelhecimento dos seus ovários. Em outras palavras, não é possível parar o cronômetro biológico feminino.
Para tornar mais clara essa relação, proponho uma comparação didática entre o que acontece com os óvulos e o que acontece com a pele. Uma mulher de 40 anos pode ter uma pele bem cuidada, bonita, que continue a exercer as funções de proteção, a sudorese e as sensações. Entretanto, certamente essa mulher já não enxerga a mesma pele que tinha aos 30 ou 20 anos de idade, mas uma pele que carrega as marcas indeléveis do tempo que passou. Pois bem, raciocínio semelhante pode ser feito para os óvulos, que mesmo num ambiente hormonal aparentemente normal, já carregam marcas do tempo suficientes para prejudicar a capacidade de serem fecundados ou de, uma vez fecundados, levarem ao nascimento de uma criança.
Ainda nos deparamos em nossos consultórios com a crença de que a medicina de hoje é capaz de proporcionar a procriação a qualquer tempo. Isso não é verdade, a menos que a a opção escolhida seja a da gravidez a partir de óvulos de uma doadora anônima mais jovem. O fato é que a medicina reprodutiva, mesmo utilizando a mais avançada das tecnologias, pode fazer muito pouco ou quase nada pela fertilidade quando os limites naturais já foram ultrapassados. Enquanto a gravidez acontecerá em cerca de 40% de todas mulheres submetidas à fertilização in vitro usando seus próprios óvulos, apenas cerca de 15% engravidarão da mesma forma a partir dos 40 anos.
Frente à realidade exposta, cresce o número de mulheres que procuram os serviços de assistência reprodutiva para congelar seus óvulos com vistas à procriação no futuro. É a chamada preservação da fertilidade por motivação social. Embora não seja, de fato, uma garantia de filhos, já que as melhores taxas de sucesso da fertilização in vitro estão entre 40% e 50%, o congelamento dos óvulos é uma tentativa de preservar gametas de melhor qualidade em prol da maternidade oportuna.
Por tudo isso, quando o assunto é fertilidade, nunca é demais falar da idade. Às mulheres com planos de maternidade, recomendo que avaliem seus momentos e não ignorem a finitude da capacidade reprodutiva, que é biológica e individualmente programada. Mas se ainda não for o momento certo de conceber, vale à pena ouvir a orientação de um especialista. Sem dúvidas, a mulher bem orientada terá as ferramentas necessárias para rever projetos de vida ou enxergar novos horizontes.

Finalizando o ano com o assunto mais importante relacionado à fertilidade feminina
Um excelente e fertilíssimo 2016!!!

Texto escrito pelo Dr. Bruno Ramalho.

 Referências pelo e-mail: ramalho.b@gmail.com
Crédito de imagem: Rough House Media



quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Dieta interfere na qualidade seminal


Associações entre hábitos de vida e fertilidade são muitas e sabe-se que, teoricamente, quanto melhor forem esses hábitos, melhor será a fertilidade.

Uma pesquisa realizada na Universidade de Murcia, na Espanha, avaliou a influência da dieta na qualidade dos espermatozóides. Este estudo foi publicado este mês na Human Reproduction, a revista da Sociedade Européia de Reprodução Humana e Embriologia.

Foram comparadas dois tipos de dietas: uma baseada em frutas, vegetais e frutos do mar e outra baseada em alimentos industrializados, batatas fritas e fast-foods. Foram analisados 209 homens entre 18 e 23 anos, no período de um ano.

Foi observada uma associação positiva entre uma boa contagem de espermatozóides e uma dieta mais saudável, enquanto os homens que tiveram uma dieta mais desequilibrada apresentaram maior grau de obesidade e menos espermatozóides que o considerado normal.

Portanto, trata-se de mais uma pesquisa que demonstra os efeitos negativos do excesso de peso e de hábitos de vida ruins sobre a fertilidade.

Fica a dica para o novo ano que se aproxima: é preciso suar mais, comer melhor e ter sempre hábitos saudáveis de vida para se atingir uma boa e melhor fertilidade.

Um Feliz e Super Fértil 2016 !!!


quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Mitos e equívocos comuns sobre a fertilidade


Dúvidas sobre a fertilidade são muito freqüentes entre os casais que pretendem engravidar e é muito comum perceber as tentativas de facilitar a gravidez baseadas em certos mitos ou a partir de interpretações equivocadas das informações científicas disponíveis. É notória a circulação de conceitos distorcidos mesmo entre os profissionais de saúde.
Pois bem, tentarei esclarecer a seguir alguns mitos e equívocos reincidentes no cotidiano do aconselhamento reprodutivo, lembrando que textos na internet não diminuem, em hipótese alguma, a importância da consulta médica, tampouco a substituem.

A mulher é mais fértil no dia da ovulação
Instintivamente, somos levados a pensar que a mulher é mais fértil no dia da ovulação ou a partir desse dia. Entretanto, a literatura científica existente indica maiores chances de gravidez quando a relação sexual acontece dentro do intervalo que se inicia 5 dias antes da ovulação e termina no dia em que ela acontece. Assim, esse período de seis dias seria o período fértil.
Falando das chances de tudo dar certo com uma única relação sexual, a gravidez parece ser mais provável quando ela acontece 2 dias antes da ovulação. Mas, claro, ter mais de uma relação sexual nesse período de 6 dias, certamente, aumentará as chances de concepção.
Cabe uma informação importante neste ponto: o período fértil não se altera com a idade da mulher; o que se altera é a chance de engravidar, que diminui à medida que a idade avança. Dessa forma, com uma relação sexual isolada 2 dias antes da ovulação, a chance de gravidez de uma mulher com 35 a 39 anos de idade corresponde aproximadamente à metade da chance de uma mulher com até 26 anos.

É mais eficaz ter relações "dia sim, dia não"
Também muito comum é a ideia de que as chances de gravidez são maiores quando as relações sexuais acontecem em dias alternados, imaginando-se que ejaculações frequentes diminuiriam a quantidade de espermatozóides no esperma. Entretanto, não parecem existir também bases científicas para tal afirmação.
Ao contrário, os dados científicos demonstram que as chances de gravidez são praticamente as mesmas quando as relações são diárias ou no regime "dia sim, dia não". Em um estudo de mais de 9 mil amostras de esperma, demonstrou-se que o número de espermatozóides e a capacidade deles de nadar em direção ao óvulo permaneceram inalterados em homens saudáveis mesmo com ejaculações diárias.
É importante que os casais que desejam ter filhos saibam que as chances de sucesso aumentam com uma boa frequência sexual no período certo e que tanto faz ter relações diárias ou pular um dia entre elas. Dessa forma, as relações acontecerão de acordo com o desejo e a preferência a cada ciclo, tornando-se o processo mais prazeroso e as relações sexuais, menos medicalizadas.

A posição deitada facilita a gravidez
A posição adotada durante a relação sexual ou depois dela em nada se associa à ocorrência da gravidez. É comum a crença feminina de que permanecer deitada por vários minutos depois da relação (ou até mesmo elevar os quadris) evite que o sêmen escorra e, assim, favoreça o trabalho dos espermatozóides, mas não existe qualquer fundamento científico para isso. Estudos - até bem antigos - demonstram que os espermatozóides, uma vez depositados na vagina, podem já ter entrado no útero em menos de 2 minutos e que em 15 minutos já podem estar nadando nas trompas em busca do óvulo!

Lubrificantes íntimos prejudicam a concepção
Lubrificantes vaginais são muito utilizados para tornar mais confortável a relação sexual quando a lubrificação natural não ajuda. E, claro, há uma preocupação dos casais sobre a possibilidade de que levem a eventual prejuízo à concepção. Entretanto, o impacto verdadeiro sobre a fertilidade não está bem comprovado cientificamente, já que os efeitos negativos observados em laboratório não foram comprovados sobre os espermatozóides na prática. Assim, até que se prove o contrário, não se pode afirmar que lubrificantes íntimos modifiquem as chances de gravidez.

Definindo o sexo do bebê
A crença mais comum afirma que a relação sexual mais próxima à ovulação favoreceria a concepção de meninos e a relação mais distante da ovulação, a de meninas. Embora essa seja uma teoria muito disseminada, lamento dizer que para ela também não existe justificativa da ciência. Ou seja, não há nada que indique com força de evidência a ligação entre o dia da relação sexual, a ovulação e o sexo da criança gerada. Na verdade, o que existe é uma quantidade pequena de estudos, a maior parte deles realizada há mais de 15 anos, em pequenos grupos de pacientes, com resultados contraditórios, que não permitem consenso e tampouco servem para embasar uma orientação formal.

Os 40 anos de hoje são os 30 de ontem
Os avanços dos conhecimentos em saúde e o melhor acesso à informação sobre hábitos de vida saudável permitem hoje uma boa diferenciação entre os conceitos de idade e velhice. Daí, surge a ideia de que aos 40 anos as mulheres de hoje tenham uma saúde semelhante - ou até melhor - que a saúde das mulheres de 20 ou 30 anos de outrora.
Infelizmente, embora isso possa ser verdade para vários aspectos, é uma ideia falha com relação à fertilidade. Os números variam um pouco, mas dados científicos apontam que cerca de 75% das mulheres que iniciam as tentativas de engravidar aos 30 anos darão à luz um nascido vivo dentro de 12 meses, enquanto no máximo cerca de 45% engravidarão iniciando as tentativas aos 40 anos de idade.
Recentemente publicou-se um modelo matemático para estimar as chances de um casal ter o número de filhos pretendido de acordo com a idade da mulher ao iniciar as tentativas de gravidez. O modelo previu que casais com desejo de ter apenas um filho terão 90% de chance de tê-lo naturalmente se iniciarem as tentativas de gravidez até os 32 anos de idade da mulher. Mas quando o objetivo do casal é de conceber naturalmente dois ou três filhos, a mulher deve iniciar as tentativas aos 27 e aos 23 anos, respectivamente, sob risco de não ter sucesso iniciando em idades mais avançadas.

Escrito por Bruno Ramalho
Referências com o autor, pelo email: ramalho.b@gmail.com

Image courtesy of Stuart Miles at FreeDigitalPhotos.net



quinta-feira, 22 de outubro de 2015

ASRM 2015




Finalizado, ontem, o Congresso da Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, realizado em 
Baltimore, EUA. Após cinco dias de palestras e discussões, uma certeza continua mais viva que nunca. 
Para se ter uma boa fertilidade, dois pontos são fundamentais: idade e hábitos de vida saudáveis!!!


terça-feira, 20 de outubro de 2015

Congresso Americano de Medicina Reprodutiva - 2015



Em curso, esta semana, o Congresso Americano de Medicina Reprodutiva (ASRM 2015 - American Society for Reproductive Medicine), na cidade de Baltimore, Maryland, Estados Unidos.

Iniciado no último dia 17, o congresso será finalizado amanhã, dia 21 de outubro. 

Uma experiência importante e que permite contato com especialistas de diferentes partes do mundo. Palestras, aulas e discussões de alto nível científico.

sábado, 3 de outubro de 2015

Os quarenta de hoje nem sempre são os trinta de ontem

escrito por
Bruno Ramalho de Carvalho, MD, MSc
Médico Ginecologista, atua em Reprodução Humana, CRMDF 16.335
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Muitas vezes, notamos que o entendimento sobre as idades da mulher atual parte da ideia de que "os quarenta anos de hoje são os trinta de ontem". De fato, a expectativa de vida do ser humano aumenta a cada ano e, com ela, a vontade de viver mais e aproveitar mais do que a vida oferece nos campos pessoal e profissional. Atrelados à essa realidade, os avanços dos conhecimentos em saúde e o melhor acesso à informação sobre hábitos de vida saudável promovem a aquisição de capacidades que permitem separar os conceitos de idade e velhice. Infelizmente, embora isso tudo possa ser verdade para esses e outros aspectos, podemos dizer com segurança que é uma ideia falha no que tange a fertilidade.
As tendências atuais ao adiamento da maternidade são notórias em diversas culturas e é certo que a mídia de massa assume uma poderosa influência sobre os comportamentos da população quando o assunto é a gravidez em idade avançada. Uma fotografia do cenário denota uma visão positiva da maternidade tardia, principalmente quando ela surge como estratégia de planejamento para a vida de celebridades, com o selo da conquista do "melhor dos dois mundos”, o profissional e o familiar.
Mais sério é o desprezo do conceito de idade como um fator dificultante para a concepção natural, que despeja sobre as tecnologias reprodutivas um poder demasiado e irreal, e transmite à sociedade a ideia de que a maternidade hoje está disponível a qualquer tempo além das fronteiras da natureza. De acordo com o sugerido por um estudo americano publicado em 2012, metade das mulheres ficariam chocadas ao serem informadas sobre a queda da fertilidade entre os 35 e os 45 anos de idade. Dentre as entrevistadas, um terço acreditava na persistência de algum grau de fertilidade até a menopausa e que a gravidez poderia acontecer sem dificuldades aos 40 anos de idade.
Vamos à realidade: estima-se que 75% das mulheres que iniciam as tentativas de engravidar aos 30 anos darão à luz um nascido vivo dentro de 12 meses, enquanto apenas 44% o farão quando o início das tentativas ocorre aos 40 anos de idade. Um estudo publicado recentemente em uma das revistas especializadas mais importantes do mundo, prevê 90% de chance de se obter um filho, sem ajuda da fertilização in vitro, quando os casais iniciam tentativas de gravidez até os 32 anos de idade da mulher. Quando o objetivo for de conceber naturalmente dois ou três filhos, a mulher deve iniciar tentativas aos 27 e aos 23 anos, respectivamente.
São esses dados preocupantes que nos incitam a exerecr o dever ético de esclarecer às mulheres que, embora se sintam jovens e saudáveis, e gozem de plena capacidade profissional, o declínio natural da fertilidade com o tempo independe dos hábitos saudáveis de vida ou do histórico familiar de fertilidade abundante. A realidade dos fatos é que os óvulos humanos diminuem em quantidade e qualidade à medida que a idade avança. Isso significa dizer que uma parcela significativa das candidatas à maternidade tardia serão inférteis quando desejarem engravidar.
Nem mesmo as modernas técnicas de reprodução assistida serão capazes de anular completamente a interferência negativa do tempo sobre o potencial reprodutivo feminino, a menos que se tenha a intenção de usar óvulos de uma doadora anônima mais jovem para obter a gravidez.
O congelamento dos óvulos em idade jovem é a opção contemporânea para a procriação futura, mas é preciso chamar atenção para um detalhe muito importante: ele não garante os filhos no futuro, já que ainda restará à candidata a etapa da fertilização in vitro, que lhe dará taxas de sucesso entre 40% e 50% nas melhores perspectivas. E cabe, ainda, lembrar que a regulamentação vigente restringe o uso de técnicas de reprodução assistida a mulheres com idade máxima de 50 anos no Brasil.
Concluindo, às mulheres que desejam engravidar, recomenda-se que não esperem muito para iniciar a prole, principalmente se existe o desejo claro por mais de um filho. Há uma certa tranquilidade até os 35 anos de idade, mas na faixa etária entre 35 e 40 anos, é altamente recomendável que se busque a orientação de um especialista, caso ainda não seja, individualmente, o momento ideal para a maternidade. Depois dos 40 anos, deverá ser mais difícil realizar o sonho da procriação natural.


Referências disponíveis na sessão de mesmo nome neste Blog ou pelo e-mail ramalho.b@gmail.com