sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Vida saudável e Fertilidade

Após 05 dias de imersão no 67• Encontro da Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, em Orlando, Flórida, nos Estados Unidos, uma certeza concreta ficou estabelecida. Muito se falou nas relações entre hábitos de vida e a relação com a fertilidade.
Sempre, com estudos e pesquisas demonstrando que hábitos saudáveis de vida estão relacionados com ótimas taxas de fertilidade e concepção e que o inverso também é verdadeiro, ou seja, quem se alimenta mal, está acima do peso e não pratica atividades físicas tem menos chance de engravidar.
Uma pesquisa me chamou a atenção especial, demonstrou-se que uma perda de peso de 6% em um intervalo de 20/30 dias antes de uma fertilização in vitro, aumentou as taxas de gravidez e nascimentos. Isto mostra que pequenas mudanças podem fazer a diferença. É só começar a tentar.

O mundo inteiro já chegou a esta conclusão: hábitos saudáveis geram fertilidade!!!

Congresso da Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva

Estive esta semana, de 15 a 19 de outubro, em Orlando, nos Estados Unidos, para participar do Encontro Anual da Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, que esse ano completou 67 anos.

Esse congresso vem sendo considerado o maior encontro de Medicina Reprodutiva do planeta.

Uma oportunidade sem igual, que reuniu especialistas em Medicina Reprodutiva de todo o mundo.
Assisti a aulas de Americanos, Ingleses, Franceses, Italianos, Indianos, Canadenses, Japoneses, Turcos, entre outras nacionalidades.

Essa diversidade, permite que se veja e entenda o que o mundo faz e pensa a respeito da Medicina Reprodutiva, uma troca de conhecimentos absurdamente produtiva e enriquecedora, uma chance de reavaliar conceitos e estabelecer novos objetivos.
Ano que vem tem mais!!!

sábado, 15 de outubro de 2011

Estresse e Fertilidade - Relações 

O estresse, hoje, considerado inimigo da saúde humana, também vem sendo apontado há tempos como um fator que diminui a fertilidade humana, dificultando tanto gravidezes espontâneas quanto as induzidas por tratamento médico.
Em recente estudo publicado pela Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva (ASRM), um grupo de mulheres com dificuldade para engravidar foi submetido a um acompanhamento para alívio do estresse antes de submeterem-se à uma fertilização um vitro. Esse grupo foi comparado com um grupo que não foi submetido a acompanhamento algum.
O acompanhamento consistiu em sessões de relaxamento, ioga, sessões com psicólogos e atividades físicas, entre outras atividades realizadas para aliviar o estresse.
As mulheres que fizeram parte do acompanhamento tiveram uma taxa de gravidez maior que às mulheres não acompanhadas, após se submeterem à fertilização in vitro e essa taxa aumentou à medida que o tempo de acompanhamento também aumentou.
Esse estudo, realizado em casos de fertilização in vitro,  pode logicamente ser extrapolado para outras esferas, como tentativas naturais de engravidar, induções de ovulação com coito programado e inseminações intra-uterinas.
Assim, temos, hoje, no estresse um grande e forte inimigo, que dificulta em muito as chances de engravidar.
As alternativas para combater o estresse são muitas e variadas e devem ser estimuladas, pois são ferramentas fundamentais para se determinar o sucesso de um tratamento.