sábado, 10 de novembro de 2012

Obesidade x Fertilidade


Muito tem se falado e publicado nos últimos anos sobre os efeitos deletérios do excesso de peso sobre a fertilidade, tanto maculina quanto feminina.

Em um estudo recente realizado em conjunto pela Escola de Medicina de Harvard e pela Universidade de Michigan, nos Estados Unidos e  publicado na Fertility and Sterility, a revista da ASRM (Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva), foi analisado os efeitos do sobrepeso e obesidade de mulheres sobre os resultados em fertilização in vitro.

Os resultados e as taxas de sucesso em fertilização in vitro foram drasticamente desfavoráveis às mulheres com sobrepeso ou obesidade.

Verificou-se que as taxas de gravidez foram menores nas mulheres com excesso de peso quando comparadas com as mulheres com peso dentro dos limites da normalidade. 

Além disso, as taxas de perdas gestacionais (incluindo abortamento e perdas mais tardias) e as taxas de cancelamento de ciclos de fertilização in vitro (devido sobretudo a uma má resposta ao estímulo hormonal, ou seja, pouca produção de óvulos) também foram maiores.

Todos esses resultados vem ao encontro dos resultados de pesquisas anteriores, demonstrando mais uma vez que o sobrepeso e a obesidade são ,hoje, um grande inimigo da fertilidade e dos tratamentos de reprodução assistida.

Portanto, se você está desejando engravidar ou se vai realizar algum tratamento para tal, procure manter-se em uma boa forma física, busque realizar atividades físicas regularmente e mantenha uma boa alimentação, pois como tudo na vida, os hábitos saudáveis serão sempre nossos aliados na busca pelo perfeito equilibrio para mantermos uma boa fertilidade.

Isso com certeza vale não só para mulheres, mas para homens também.

Fica uma dica, mantenham-se em forma!!!!

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Idade Masculina e Fertilidade

Com relação ao lado masculino, hoje, sabe-se que quanto mais velho o homem, maiores as chances de queda na qualidade dos espermatozóides. Muito embora, os espermatozóides sejam produzidos constantemente, o que impede que eles fiquem tão velhos quanto os óvulos, eles passam a perder sua capacidade reprodutiva com o passar do tempo, isso se deve a fatores ambientais, como: sedentarismo, obesidade, alimentação, tabagismo, etilismo, entre outros.


No mundo atual, onde vivemos cercados por computadores, outros fatores vêm sendo responsabilizados por contribuir para a queda da qualidade espermática, como: uso de celulares e laptops (tanto pela proximidade das baterias desses aparelhos com a região testicular, pelo aumento da temperatura, quanto pela transmissão de ondas, que são responsáveis pelos sistemas de WI-FI). 

Estudos demonstram uma piora na qualidade do sêmen após o uso de laptops no colo de homens sadios (conforme já publicado antes neste blog). 

Esses fatores isolados ou em conjunto contribuem para o aumento da produção de radicais livres (espécimes reativas do oxigênio) no testículo, o que acarreta um dano no material genético (DNA) do espermatozóide, assim o espermatozóide tem uma diminuição da sua capacidade de fertilização, passando a ter uma queda da motilidade (capacidade de movimentação), da vitalidade (capacidade de permanecer vivo) e da morfologia (capacidade de ser produzido sem alterações em sua forma). 

Desta forma, não podemos esquecer, nunca, que a idade masculina pode alterar a capacidade reprodutiva e que o estilo de vida moderno está contribuindo muito para uma piora da qualidade dos espermatozóides do homem do século XXI.

Assim, devemos ter em mente que a idade é um fator primordial para uma concepção tranquila e sem dificuldades.
Portanto, hoje, no mundo moderno e tecnológico, onde mulheres e homens disputam seu lugar arduamente no mercado de trabalho, não podemos esperar demais para realizar o sonho da maternidade e paternidade, pois esta espera pode ser crucial e definitiva.